Escolha a
Cidade:

ss
Login
Esqueci a senha

O que você faz

Transforma o mundo.


Voltar

Notícias



04/10/2017 | ONGs: Como lidar com o abandono de voluntários



O trabalho voluntário é sem dúvida uma das maneiras mais singelas e de crescimento como cidadão e ser humano. Desenvolver uma atividade sem esperar nada em troca pode significar muito mais do que a sensação de “missão cumprida”. É criar novos laços, novas amizades, desenvolver novas habilidades e sensações, junto de pessoas e lugares que nunca estivemos antes.

Com o passar dos anos desenvolvendo uma mesma atividade voluntária – e entenda-se natural porque somos seres humanos, podemos cansar-nos e desanimar-nos de ajudar alguém. A mesma rotina e a mesma atividade por muito tempo seguido, somado à falta de motivação e a falta de integração em equipe, pode gerar frustrações e desânimo aos voluntários. E de uma hora para outra, eles deixarem de aparecer na instituição.

Não entrando no mérito tradicional “de quem é a culpa”, chegou a hora de notar esses sinais dentro da ONG e frear a taxa de abandono de voluntários:

– Convocar um encontro com todos os voluntários para projetar algo, uma festa, comemoração ou aniversário da instituição;

– Promover reuniões mensais por setor ou com todos os voluntários para dar-lhes a possibilidade de diálogo, formações, capacitações e exposição de sentimentos quanto à atividade voluntária;

– Procure entender a rotina do seu voluntário dentro e fora da ONG: entender seus passos, gosto e dificuldades;

– Deixe aberto um canal de diálogo, seja um profissional de recursos humanos, um psicólogo ou o próprio coordenador para atendê-los pessoalmente ou por e-mail;

– Busque novos voluntários para liberar as tarefas de outros e proponha a rotatividade de setores entre todos;

– Reconheça-os anualmente através de um certificado de horas voluntárias, junto do relatório anual da instituição;

É importante lembrar que estas são dicas e sugestões, porém sabemos que o ser humano é movido pela capacidade de sentimentos e sensações. Se o voluntário não quer mais atuar dentro da ONG, ele tem a liberdade e o coordenador de voluntários a missão de agradecer-lhe pelo seu tempo e talento.

 

Aline Vonsovicz, jornalista voluntária do CAV.

Artigo escrito originalmente para o blog Giro Sustentável do Instituto GRPCOM e Gazeta do Povo no mês de outubro de 2017.

CLASSIFICADOS SOCIAIS >> ver todos

  • Eletrecista

    Olá pessoa, tudo bem? Nos aqui do Projeto Vida, estamos ampliando e transferindo...

    Leia mais(+)
  • Noite do Pastel AFECE

    Ser Ágil, Dinâmico, Comunicativo, pois auxiliara no preparo, Montagem e fritar os...

    Leia mais(+)
  • acompanhamento de

    Estar fisica e emocionalmente apto para atuar em instituição de saúde....

    Leia mais(+)


Últimas no Twitter

Centro de Ação Voluntária de Curitiba - Todos os direitos reservados - Termos de uso